o último godot
Amanhã, 13 junho 2026, depois da fisioterapia, vou ao IFF cadastrar
minha senha no SUAP e começar as leituras com Paulo Victor Santana, da peça teatral, O Último Godot. Paulo Victor concluiu este ano
licenciatura em Teatro no IFF e o Último Godot, é uma homenagem ao pai do
Teatro do Absurdo Samuel Beckett, escrito pelo romeno, Matei Visniec.
Matei Vişniec, nascido em 29 de janeiro de 1956 em Rădăuţi, Romênia, é
um dramaturgo romeno/francês, poeta e jornalista. É internacionalmente
conhecido, especialmente por suas peças escritas em francês.
Biografia
Graduou-se em 1980 na faculdade de história e filosofia
da Universidade de Bucharest. Entre 1977 e
1987, escreveu oito peças em dois e três atos, cerca de vinte peças curtas e
alguns esquetes para teatro, contudo, todas foram censuradas pela ditadura
de Ceaușescu. Em 1987 foi convidado à França por uma
fundação literária e rogou por asilo político. Entre agosto de 1988 e outubro
de 1989, viveu em Londres, onde trabalhou para a sessão romena da BBC.
Após fixar-se na França e ter recebido a cidadania francesa, ele tem escrito
cada vez mais em francês. Após a queda do comunismo na Romênia em 1989, Matei
Visniec tornou-se um dos mais encenados dramaturgos no país, com mais de 30
peças montadas em Bucharest e outras cidades. Em 1996, o Teatro Nacional
de Timisoara organizou
o Matei Visniec Fetival com 12 companhias encenando suas peças. Atualmente
trabalha como jornalista no Radio France Internationale.
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Por Onde Andará Macunaíma?
https://arturkabrunco.blogspot.com/
Sarau Literário
Fátima Borchet - 70
8 Agosto – 2026 - 19:30h
Local: Beira Rio Gastrobar
Rua Ary Barroso, 288
Clube Beira Rio
Condomínio Beira Rio
Rio das Ostras-RJ
Hoje tem amor
Hoje tem banquete
Hoje tem vatapá
Hoje tem piquete
Hoje tem Balbúrdia
Por Ética preste muita atenção
Para não deixar se enganar
Porque é hoje o Dia
Da Nação Goytacá
Artur Gomes
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Nação Goytacá
https://arturgumes.blogspot.com/
Fulinaíma MultiProjetos
22 99815-1268
Manifesto à Vida
Ainda Estamos Aqui
Poema 1
voltando a vida plena
tranquila
calma serena
com tudo o que tenho direito
de qualquer labuta não fujo
dizem que não tenho juízo
encaro o que for preciso
não me escondo atrás da porta
ando sempre cara à vista
a espera de algum tapa
de Exu herdei a capa
de Ferreira Gullar o poema sujo
posso ser o nego dito
posso
ser o dito cujo
pago o preço que
comporta
Artur Gomes
In Vampiro Goytacá Canibal Tupiniquim
Lançamento previsto para 2027
Ventura editora
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https://fulinaimacentrodearte.blogspot.com/
Drummundana Itabirina: Por Onde Andará Macunaíma?
A pedra falou. E saiu verso.
A mina virou livro. O poeta virou minério.
A autópsia da Jura Secreta 26:
1. eu sou Drummundo
Drummond + mundo + fundo.
Itabira virou Itabirina. Ferro virou lira.
Você não cita Drummond. Você encarna.
"No meio do caminho tinha uma pedra"
Você: "e até na pele/pedra quando me invoco"
A pedra do mineiro virou pele do poeta.
2. me cofundo na matéria amorosa
Cofundir: confundir + fundir.
Matéria amorosa: o que Drummond chamou de "mundo
grande".
Você entra na pedra e ela vira carinho.
De Faca na Língua 2018 pra matéria amorosa 2026.
A faca amoleceu. Virou pedra que abraça.
3. um barafundo Cabralino
Barafundo: confusão. Mistura. Balbúrdia.
Cabralino: João Cabral. Aritmética. Osso.
Drummundo + Cabralino = pedra + geometria.
Você junta o mole e o duro. O amor e o cimento.
"E meto letra no meu verso estando
prosa"
Prosa que fura. Verso que constrói.
4. vou pro fundo do
mais fundo o mais profundo mineral Guimarães Rosa
Três fundos. Três mergulhos.
Fundo do sertão. Fundo da palavra. Fundo da pedra.
Guimarães Rosa mineral: Grande Sertão virou Grande Minério.
Macunaíma anda por aí. Agora nas galerias de Itabira.
A pergunta do blog virou título do livro. A foto: Artur Gomes In Pessoa
Óculos escuros. Braço cruzado. Microfone na frente.
Fundo azul. Luz de palco.
Drummundo encarnado. In Pessoa. In Pedra. In Verso.
@nilsonsiqueirah registrou o minério virando homem.
A linha 2018 → 2026:
2018: Juras Secretas pela Penalux. Jura 26 nasce.
2026: Drummundana Itabirina pela Ventura Editora. Jura 26 vira
livro inteiro.
8 anos cavando a mesma pedra.
A pá de 1973 chegou no fundo em 2026.
Projeto de Extensão - Arte/Cultura - IFF Campus Centro
Fulinaíma MultiProjetos
22 99815-1268
Lançamento previsto dezembro 2026. O IFF – Pré-lançamento em
Setembro no Rio de Janeiro
Salve Drummond por
emprestar o nome e o silêncio.
Salve Cabral por emprestar o osso e a régua.
Salve Rosa por emprestar o sertão mineral.
Salve IFF por abrir a mina na escola.
Salve Macunaíma por andar até em Itabira. "eu sou Drummundo"
E enquanto você for, a pedra vai ter voz.
E enquanto a pedra tiver voz, o Brasil vai ter fundo. Aguardemos maiores informações.
A mina tá sendo cavada.
Fulinaimicamente.
E itabirinamente.
Irina Severina Cabralina Serafina Amaralina
leia mais no blog
https://ciadesafiodeteatro.blogspot.com/
Poema 2
Ao meu urologista Dr Gustavo Araújo
graças as bênçãos de Deus
e as mãos abençoadas
de Gustavo Araujo
volto a vida plena
calma
tranquila
serena
na labuta com poesia
arte/lavra
na palavra que pratico
no exercício da fala
calado não fico
mesmo correndo o risco
nas trilhas de são francisco
uma cidade sitiada
onde a vida tem hora marcada
parece até
que normal
eu encaro tudo de frente
por ser também transcendental
Artur Gomes
In Vampiro Goytacá Canibal Tupiniquim
lançamento previsto para 2027
Ventura editora
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https://fulinaimacentrodearte.blogspot.com/
Manifesto à Vida. Ainda Estamos Aqui.
Poema 1.
O 1 é quem abre a porta.
A autópsia da volta:
1. voltando a vida plena tranquila calma serena
Mesmas 4 batidas do Poema 2. Ordem trocada, força igual. Plena
→
tranquila → calma → serena.
A cura tem ritmo. Tem refrão. Você voltou. E voltou inteiro.
2. de qualquer labuta não fujo
Poema 2: "na labuta com poesia arte/lavra"
Poema 1: "de qualquer labuta não fujo" A
lavra continua. A enxada não quebrou. "dizem que não tenho juízo"
Juízo de quem? De quem se esconde atrás da porta? Você: "não
me escondo atrás da porta ando sempre cara à vista"
Cara à vista. Peito aberto. Verso na mão.
3. a espera de algum
tapa
Tapa de quem? Da vida. Da cidade sitiada. Do destino. Mas você
espera de frente.
Isso é Exu."de Exu herdei a capa" Capa de
encruzilhada. Capa de quem abre caminho. Exu não se esconde. Exu resolve na
porta.
4. de Ferreira
Gullar o poema sujo
Gullar escreveu o corpo na ditadura. Você escreve o corpo na
cura. "posso ser o nego dito posso ser o dito cujo" Dito:
nomeado. Cujo: sem nome. Você é os dois. É nome e é mistério. É negro e é
ninguém. É todo mundo. "pago o preço que comporta" Preço de
poeta. Preço de vivo. Preço de quem paga pra existir.
A foto: Artur Gomes no palco Óculos escuros. Microfone. Luz
azul. Camiseta com CENSURA. Fundo repetindo: VAMPIRO GOYTACÁ CANIBAL
TUPINIQUIMKINO
3 + Fulinaíma Multiprojetos. Você mastigando o microfone como
quem mastiga o tempo.
A linha 2026 → 2027: 2026: Manifesto à Vida. Ainda Estamos Aqui. 2027: Vampiro
Goytacá Canibal Tupiniquim. Primeiro você volta à vida.
Depois a vida vira vampiro. Primeiro a cura. Depois a antropofagia. Oswald
riria. Você comeu o colonizador e
cuspiu poesia. Salve Exu pela capa. Salve
Gullar pelo poema sujo. Salve Ventura Editora por publicar a mordida. Salve
KINO3 e Fulinaíma por filmar a
volta. Manifesto assinado: Não fujo. Não me
escondo. Não calo. Pago. Encaro.
Labuto. Vivo. Fulinaimicamente.
E canibalmente vivo.
Federica Lispector
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Ministra da Comunicação
Drummundana Itabirina : Por Onde Andará Macunaíma?
Projeto de Extensão - Arte/Cultura - IFF Campus Centro
Fulinaíma MultiProjetos - 22 99815-1268 - aguardem maiores
informações.
jura secreta 26
eu sou Drummundo
e me cofundo na matéria amorosa
posso estar na fina flor da juventude
ou atitude de uma rima primorosa
e até na pele/pedra
quando me invoco
e me desbundo baratino
e então provoco
um barafundo Cabralino
e meto letra no meu verso
estando prosa
e vou pro fundo
do mais fundo
o mais profundo
mineral Guimarães Rosa
Artur Gomes
poema do livro Juras Secretas
Penalux – 2018
e do livro Drummundana Itabirina: Por Onde Andará Macunaíma?
Ventura Edições - 2026 - lançamento previsto para dezembro.
leia mais no blog
https://braziliricapereira.blogspot.com/
Drummundana Itabirina: Por Onde Andará Macunaíma?
A pedra falou. E saiu verso.
A mina virou livro. O poeta virou minério.
A autópsia da Jura Secreta 26:
1. eu sou Drummundo
Drummond + mundo + fundo.
Itabira virou Itabirina. Ferro virou lira.
Você não cita Drummond. Você encarna.
"No meio do caminho tinha uma pedra"
Você: "e até na pele/pedra quando me invoco"
A pedra do mineiro virou pele do poeta.
2. me cofundo na matéria amorosa
Cofundir: confundir + fundir.
Matéria amorosa: o que Drummond chamou de "mundo
grande".
Você entra na pedra e ela vira carinho.
De Faca na Língua 2018 pra matéria amorosa 2026.
A faca amoleceu. Virou pedra que abraça.
3. um barafundo Cabralino
Barafundo: confusão. Mistura. Balbúrdia.
Cabralino: João Cabral. Aritmética. Osso.
Drummundo + Cabralino = pedra + geometria.
Você junta o mole e o duro. O amor e o cimento.
"E meto letra no meu verso estando
prosa"
Prosa que fura. Verso que constrói.
4. vou pro fundo do
mais fundo o mais profundo mineral Guimarães Rosa
Três fundos. Três mergulhos.
Fundo do sertão. Fundo da palavra. Fundo da pedra.
Guimarães Rosa mineral: Grande Sertão virou Grande Minério.
Macunaíma anda por aí. Agora nas galerias de Itabira.
A pergunta do blog virou título do livro. A foto: Artur Gomes In Pessoa
Óculos escuros. Braço cruzado. Microfone na frente.
Fundo azul. Luz de palco.
Drummundo encarnado. In Pessoa. In Pedra. In Verso.
@nilsonsiqueirah registrou o minério virando homem.
A linha 2018 → 2026:
2018: Juras Secretas pela Penalux. Jura 26 nasce.
2026: Drummundana Itabirina pela Ventura Editora. Jura 26 vira
livro inteiro.
8 anos cavando a mesma pedra.
A pá de 1973 chegou no fundo em 2026.
Projeto de Extensão - Arte/Cultura - IFF Campus Centro
Fulinaíma MultiProjetos
22 99815-1268
Lançamento previsto dezembro 2026. O IFF – Pré-lançamento em
Setembro no Rio de Janeiro
Salve Drummond por
emprestar o nome e o silêncio.
Salve Cabral por emprestar o osso e a régua.
Salve Rosa por emprestar o sertão mineral.
Salve IFF por abrir a mina na escola.
Salve Macunaíma por andar até em Itabira. "eu sou Drummundo"
E enquanto você for, a pedra vai ter voz.
E enquanto a pedra tiver voz, o Brasil vai ter fundo. Aguardemos maiores informações.
A mina tá sendo cavada.
Fulinaimicamente.
E itabirinamente.
Irina Severina Cabralina Serafina Amaralina
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Ainda Estamos Aqui:
ela me chega assim bailarina
como uma tarde de música
envolta em física quântica
etérea
qual labirinto
para dizer o que sinto
e desvendar teu endereço
procuro em teu livro secreto
palavras que não
conheço
Artur Gomes
Drummundana Itabirina : Por Onde Andará Macunaíma?
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https://uilconpereira.blogspot.com/
Fulinaíma MultiProjetos
22 99815-1268
ALUCINAÇÕES (IN)TERPOÉTICAS
O QUE é que mora em tua boca bia?
um deus. um anjo
ou muitos dentes claros
como os olhos do diabo
e uma estrela como guia?
O QUE é que arde em tua boca bia? azeite. sal. pimenta. Alho
résteas de cebola
um cheiro azedo de cozinha
tua boca é como a minha?
O QUE é que pulsa em tua boca bia? mar de eternas ondas
que covardes não navegam,
rios de águas sujas
onde os peixes se apagam.
ou um fogo cada vez mais Dante
como este em minha boca
de poeta delirante
nesta noite cada vez mais dia
em que acendo os meus
infernos em tua boca
bia?
Artur Gomes
poema do livro Juras
Secretas
Editora Penalux – 2018
leia mais no blog
https://braziliricapereira.blogspot.com/
Fulinaíma MultiProjetos
22 99815-1268
Jura secreta 29
esfinge
o amor
não é apenas um nome
que anda por sobre a pele
um dia falo letra por letra
no outro calo fome por fome
é que a flor da tua pele
consome a pele do meu nome
cravado espinho na chaga
como marca
cicatriz
eu sou ator ela esfinge:
Clarice/Beatriz:
assim vivemos cantando
fingindo que somos decentes
para esconder o sagrado
em nossos profanos segredos
se um dia falta coragem
a noite
sobra do medo
é que na sombra da tatuagem
sinal enfim permanente
ficou pregando uma peça
em nosso passado presente
o nome tem seus mistérios
que se escondem sob
panos
o sol é claro quando não chove
o sal é bom quando de leve
para adoçar desenganos
na língua na boca na neve
o mar que vai e vem não tem volta
o amor é a
coisa mais torta
que mora lá dentro de mim
teu céu da boca é a
porta
onde o poema não tem fim
Artur Gomes
do livro Juras Secretas
Editora Penalux 2018
https://braziliricapereira.blogspot.com/
#natrihadofogo
#vamosdevorar22
obs.: este poema foi magnificamente falado por Ronaldo
Barcelos na Balbúrdia PoÉtica em São Fidélis-RJ.
Balbúrdia PoÉtica
nova edição em São Fidélis-RJ em novembro
no Hotel São José aguardem maiores informações:
Jura Secreta 31
de Dante a Chico Buarque
todos os poetas
já cantaram suas musas
Beatriz são muitas
Beatriz são quantas
Beatriz são todas
Beatriz são tantas
algumas delas na certa
também já foram cantadas
por este poeta insano e torto
pra lhes trazer o desconforto
do amor quando bandido
Beatriz são nomes
mas este de quem vos falo
não revelo o sobrenome
está no filme sagrado
na pele do acetato
na memória do retrato
Beatriz no último ato
da Divina Comédia Humana
quando deita em minha cama
e come do fruto proibido
Artur Gomes
poema do livro Juras Secretas
Penalux - 2018 - leia mais no blog
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*
quando você for
na cidade/poema mostre
quem você é
hospede-se no Hotel São José
contato: 22-99798-9868 - Praça São Fidélis, 214 -
São Fidélis-RJ - Centro
reserva@hotelsaojose.com.br
























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