quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Balbúrdia PoÉtica -14 de outubro

A Ventura Editora

e o autor Arthur Gomes

convidam para o lançamento do livro

Drummundana Itabirina : Por Onde Andará Macunaíma

14 outubro - 18h na Cafeteria CoffeBreak

Av. Henrique Valladares, 17ª - Lapa - Rio de Janeiro - Brasil

Durante a Balbúrdia PoÉtica Por Ética - das 18 às 22h 

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 quando estive em teresina 

     Inda agora timidamente

Irina me deu o beijo

nos lençóis de Teresina

em São Thomé das Letras

sem treta com Raul 

muito mais que alguma farra

que pelas tontas da cidade

bêbado cantava um blue

              na Barra de São João

              em São João da Barra

me contou o Balbi Aloisio

quando estive em Teresina

             comi cuscuz torrado

com cabrito assado

em cama e mesa no  Piauí

Torquato me deu o reggae

       tu és poeta não negue

       já voou qual bem-te-vi

pra caçar rolinha fresca

                na carne da  Juriti


Pastor de Andrade

O Antropófago

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Balbúrdia PoÉtica

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fulinaimicamente

 Irina Severina no pavio acesa

morde os dentes de Rúbia

             no carnaval de Iriri

Querubim nem sabe de mim

Mallarmè o infeliz com suas cruzes

também de nada sabe

do que rola hoje

                     pelas luzes de Paris

se Macunaíma habitou o Louvre

ou se houve falta d´água

em JardiNÓpolis

ou nos quintos das  Metrópoles

                     para lavar a cicatriz

ou se Andrade pelos becos da cidade

o pastor antropofágico

já comeu          a infeliz


EuGênio – O Tipógrafo

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Salve-me

Maria Carolina de Jesus


corre alta severina noite

Irina não acende a lamparina

enquanto Pedro Luiz cantava

                      na pele do desejo

                     eu aqui na Mocidade

esperando a hora do despejo

salve-me Maria Carolina de Jesus

que não mereço o peso dessa Cruz


Gigi Mocidade

Retalhos Imortais do SerAfim

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Irina Severina – Com Os Dentes Cravados Na Memória

Vamos Lular já fulinaimicamente sem nenhuma treta Girona é logo ali em São Thomé das Letras onde os lençóis das Minas se entrelaçam Teresinas nos carnavais das nossas Pretas teclas datilogáficas na tipografia das cores em Portugais das Flores cicatriz aberta apareceu a Margarida Dolores experimentando a Hóstia Santa no sagrado Altar de Nossa Senhora Aparecida –

Irina Serafina – Com Os Dentes Cravados Na Memória

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Com Os Dentes Cravados Na Memória

para quem ainda não está bem informado, entrei na vida de Artur Gomes em 1980 no Boi-Pintadinho, com meu nome de batismo: Federico DuBoi. Em 1987 no livro Couro Cru & Carne Viva ele torna público este poema:

 

A HORA CÓSMICA DO BOI

aqui

nada de qualquer semelhança

e mera coincidência

tudo é o que sempre existiu:

real, místico

satírico, é a pimenta social

na carnede boi de cada um de vós.

aqui,

nada de mistérios e metáforas

verdades e mentiras

por detrás dos panos

o boi vale sempre quanto pesa

aqui, só tem validade

o que cheia à gado

o que pode ser medido como percepção para a realidade

basta sacar os fatos

o momento, a história

e se não perceberem a direção dos seus caminhos

atentem pois para o comício na hora cósmica do boi


Federico DuBoi

7 de setembro de 1986

obs.: e olha que a "familícia" ainda nem tinha saído dos esgotos e mostrar a que vieram pós 2016.


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Federico Baudelaire

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A Poesia Liberada de Artur Gomes

Há uma passagem em Auto do Frade, de João Cabral, que me chamou a atenção:

“-Fazem-no calar porque, certo, sua fala traz grande perigo. – Dizem que ele é perigoso mesmo falando em frutas passarinhos”.


Vislumbro aí uma espécie de definição do alto poder transgressor da poesia , do poeta, da arte em geral: deixar fluir uma energia de protesto e indignação, crítica e iluminação da existência, qualquer que seja o pretexto ou o ponto de partida.

Por exemplo - : Suor & Cio, novo poemário de Artur Gomes. Na sua primeira parte (Tecidos Sobre a Terra), temos um testemunho direto sobre as misérias e sofrimentos na região de Campos dos Goytacazes, interior fluminense. Não se canta amorosamente, as lavouras de cana de e grandes usinas, os aceiros e céus de anil. Ao contrário. Ouvimos uma fala que “traz grande perigo”, efetivamente ao denunciar – com aspereza e às vezes até com certo rancor – a situação histórico-social, bruta e feroz, selvagem e primitiva, da exploração do homem no contexto do latifúndio e da monocultura.

 

“usina

mói a cana

o caldo e o bagaço

usina

mói o braço

a carne o osso


Mas esta poesia dura, cortante e aguda, mantém igualmente a sua força de transgressão – continua revolucionária e perigosa – mesmo quando tematiza (principalmente em Tecidos Sobre A Pele, segunda parte do livro), as frutas, ou prazer sexual, os seios, o carnaval, o mar, e os impulsos eróticos. Por detrás dos elementos bucólicos e paradisíacos (só nas aparências, bem entendido), eis que explode o censurado o reprimido, o que não tem vergonha nem nunca terá:

 

“arando o vale das coxas

com o caule da minha espada

no pomar das tuas pernas

eu plano a língua molhada”


Por isso, frequentemente os poemas se debruçam sobre o próprio ofício do poeta, e sobre o próprio sentido do fazer artísticos. Ofício de artista, experiência de poeta: presença e risco e da violação das normas injustas: carnavalizando, desbundando a troup-sex, infernizando o céu e santificando a boca do inferno, denunciando o rufo dos chicotes, opondo-se aos donos da vida que controlam, o saldo, o lucro e o tesão.

Os versos de Artur Gomes querem ser lidos, declamados, afixados em cartazes, desenhados em camisas. E vieram para ficar nas memórias das bibliotecas da nossa gente, apesar do suor e do cio, graças ao suor e ao cio:

 

“com um prazer de fera

e um punhal de amante”.

 

Uilcon Pereira

são paulo, julho, 1985

*

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Artur Gomes Fulinaimagens

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vampiro goytacá canibal tupiniquim

 

vermelho meu espelho da cabeça ao coração do coração a cabeça antes que me esqueça  nervos medula músculos carne ossos poros pelos   olhos unhas pulmão corpo inteiro  pulsar celebrAção

 

Artur Gomes

Retalhos Imortais do SerAfim

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Balbúrdia PoÉtica -  Por Ética

Dia 14 outubro das 18 às 22h

Com lançamento do livro: Drummundana Itabirana Por Onde Andará Macunaíma? de Artur Gomes, pela Ventura Editora

 

“Tudo começa, como não poderia deixar de ser, em Itabira. Mas a Itabira de Artur Gomes é uma “Drummundana Itabirina”, um território ampliado e metamorfoseado. Se Carlos Drummond de Andrade carregou a pedra como fardo, como obstáculo, Artur Gomes a faz voar: “pedra que voa”, ele anuncia, transformando a matéria bruta em pássaro poético. Ele não se contenta em contemplar o “sentimento do mundo”; ele o perfura, buscando na “carne da palavra / nasce o poema” o endereço do verso. Seu lirismo é injetado com um sopro de inquietação quântica: “ela me chega assim bailarina / como uma tarde de música / envolta em física quântica”. A pergunta do título, “por onde andará macunaíma?”, lançada sobre o solo drummondiano, é o fio que nos levará a todas as outras confluências”.

Fragmento do prefácio, escrito por Herbert Emmanuel de Oliveira

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MOENDA

 

usina

mói a cana

o caldo e o bagaço

 

usina

mói o braço

a carne o osso

 

usina

mói o sangue

a fruta e o caroço

 

tritura suga torce

dos pés até o pescoço

e do alto da casa grande

os donos do engenho

controlam

:

o saldo e o lucro 

Artur Gomes

Do livro Suor & Cio – 1985

e Pátria A(r)mada – 2022

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A pá/lavra pedra pássaro poema a lavra quando deixa de ser puramente estática cria movimento como voo da última para o infinito 

Retalhos Imortais do SerAfim 

Itabira

pedra que não respira

                  explode pira

                  Artur Gomes 

Drummundana Itabirina Por Onde Andará Macunaíma?

lançamento nesta quarta 23 de setembro  das 18 às 22h na Cafeteria CoffeBreak – Av. Henrique Valladares, 17ª – Lapa – Rio de Janeiro – Brasil

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Nas Encruzilhadas do SerAfim

                                Herbert Emanuel, poeta e integrante do Tatamirô da Poesia

*

Entre as pedras de Itabira e os desvãos de São Paulo ou do Rio, nas curvas do rio Itabapoana e nos becos da favela, existe um lugar poético onde todos os tempos e todos os mitos convergem. Este lugar é a língua afiadíssima de Artur Gomes. Em “Drummundana Itabirina: por onde andará macunaíma?”, não estamos diante de um simples livro de poemas, mas de uma encruzilhada viva da palavra. Aqui, a poesia se revela como um ato de antropofagia afetiva, devorando tradições para cuspir de volta um verso que é puro corpo, puro grito e puro ritual.

Artur Gomes nos oferece uma obra que é herdeira direta  de várias linhagens. Esta apresentação é um convite para atravessar essa ponte, essa “Ponte Grande, a ponte para o outro lado do rio”, que ele constrói entre a tradição e a ruptura, citando exclusivamente o universo que nasce de seus próprios versos.

Tudo começa, como não poderia deixar de ser, em Itabira. Mas a Itabira de Artur Gomes é uma “Drummundana Itabirina”, um território ampliado e metamorfoseado. Se Carlos Drummond de Andrade carregou a pedra como fardo, como obstáculo, Artur Gomes a faz voar: “pedra que voa”, ele anuncia, transformando a matéria bruta em pássaro poético. Ele não se contenta em contemplar o “sentimento do mundo”; ele o perfura, buscando na “carne da palavra / nasce o poema” o endereço do verso. Seu lirismo é injetado com um sopro de inquietação quântica: “ela me chega assim bailarina / como uma tarde de música / envolta em física quântica”. A pergunta do título, “por onde andará macunaíma?”, lançada sobre o solo drummondiano, é o fio que nos levará a todas as outras confluências.

Macunaíma, o herói sem nenhum caráter de Mário de Andrade, não é uma figura do passado. Ele é um rastro, um fantasma ativo que o poeta persegue. O poema que dá nome ao livro narra justamente esse percurso:

“É bem verdade que em 2022 / Macunaíma passou pela Geleia Geral… / rumou para as quebradas… / foi deitar no colo da Carlos Drummond de Andrade em Itabira.”

Este trecho é um manifesto. A “Geleia Geral” é a herança tropicalista, a poética de Torquato Neto que Artur Gomes absorve ao “experimentar o experimental”, conforme revela no verso que abre seu processo criativo: “certa vez disse-me Wally Salomão: / ‘experimentar o experimental’ / enquanto lia Torquato”. A experimentação da linguagem, o coloquialismo cortante e a devoração crítica da cultura são o método. Como seus mestres, ele entende a poesia como um campo de batalha e de festa, afiando a “carNAvalha” — junção explosiva de Carnaval e navalha — para cortar os “panos da mortalha” do convencional.

Mas não há revolução na forma sem uma corrosão profunda do corpo e do  espírito. Ou melhor: do corpoespírito. A isso chegam os poetas malditos. Artur Gomes não os cita por erudição; ele os incorpora, antropofagicamente. Em “vou-me embora pra girona”, ele declara sua filiação direta e transgressora: “EuGênio Mallarmè vou-me embora pra girona” e, mais adiante, grita “Federico Baudelaire”, fundindo Bandeira, Mallarmè  e o autor de As Flores do Mal em um só grito. Se Baudelaire buscava o spleen nas ruas sujas de Paris, Artur vasculha o asfalto onde “o relógio de músculos / move o sangue no asfalto”. Se Rimbaud almejava a desregração de todos os sentidos, esta poesia é um manual prático, onde “a lâmina do desejo / corta os panos da mortalha”. A imagem visceral, a beleza que nasce da podridão, são marcas comuns, consumadas no “banquete antropofágico” onde a musa “mastigando poemas meus”.

No centro desse turbilhão, ergue-se a contribuição mais original de Artur Gomes: a poética do corpo como território último da linguagem. Seu verso não é apenas dito; ele é dançado, suado, sangrado. Ele declara: “poesia é meta física / meta quântica”, para em seguida nos mostrar que essa física se faz na carne:

“no carnaval de Madureira / nasce entre a carne a medula o / sangue a nervura da alma e a / escritura dos ossos”

Aqui, todas as linhagens se fundem. O corpo carnavalizado é a resposta à pergunta por Macunaíma. É a herança, a crítica social, a festa antropofágica, o êxtase e a agonia. A palavra se torna gesto, o poema se torna “um beijo na boca”. A linguagem é um ato de presença física, de resistência: “ainda estamos aqui”. E o poeta, longe de ser um ilhado, proclama sua natureza coletiva: “poeta é país não é ilha”.

Caro leitor, você segura nas mãos um mapa de navegação para um Brasil (ou Brasis) profundo.  “Drummundana Itabirina” não oferece respostas fáceis. Pelo contrário, ele afia a carNAvalha das perguntas e das inquietações.  Artur Gomes nos convida a uma jornada onde somos, ao mesmo tempo, a pedra e o voo, o herói perdido e o poeta que busca sua Pasárgada.

Aceite o convite. Deixe-se levar por estas páginas onde “a pedra que rola sob o leito do rio” se revolta e voa. Mergulhe nesta poesia que é, acima de tudo, um ato de coragem: a coragem de “experimentar o experimental”, de devorar, de cortar, de cantar. A viagem é visceral. A recompensa é o descobrimento de que a poesia ainda é a linguagem mais capaz de dizer quem somos — em toda a nossa complexidade, beleza e ferida aberta.

Agora, vire a página. O banquete está servido.

                                                                                                  Mazagão, 04 de janeiro de 2026.

*

Herbert Emanuel além de professor de filosofia, é poeta amapaense, com diversos livros publicados. Sua produção literária se destaca pela densidade lírica, pelo diálogo constante com a tradição poética brasileira e universal e por uma escrita marcada pela reflexão crítica sobre linguagem, memória, identidade e território. Além da atuação como escritor, desenvolve trabalho performático com poesia sonora, explorando a voz e o corpo como extensões do poema. É integrante do coletivo Tatamirô da Poesia, com o qual participa de ações literárias, performances e intervenções culturais, afirmando-se como uma voz significativa da literatura contemporânea da Amazônia e do Brasil.

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Balbúrdia PoÉtica Por Ética

manifesto anti-barbárie – dia 23 setembro as 18 às 22h – Coffe Break – Av. Henrique Valladares, 17ª – Lapa  - Rio de Janeiro – Brasil

 

O Quinteto Enluarado no centro

 do quadrado  comanda a Balbúrdia PoÉtica por Ética com profundo amor pela Arte  contra o genocídio e a barbárie

 

Poetas convidados para participações poéticas

 

 

Susana Vargas + Paulo Sabio + Lila Maia +Fátima Borchert + Alexandre Brandão +Angel Cabeza + Jacinto Fábio Correa =

Mano Melo + Noélia Ribeiro +Alexandre Guarnieri + Igor Fagundes + Igor Calazans + Marcelo Mourão + Anna Maria Fernandes + Dei Ribas + Jorge Piri + Monica Serpa + Val Mello + Telma da Costa + Nuno Rau + Christovam de Chevalier + Adriano Espínola + Salgado Maranhão + Carmen Moreno +  Wanda Monteiro + Maria Helena Latini + Carlos Orfeu + Lúcio Celso Pinheiro + Iverson Carneiro + Mariana Valle + Ricardo Vieira Lima + Luiz Otávio Oliani +  Marisa Vieira + Rose Araujo + Victor Colonna + Sady Bianchin + Marcela Giannini + Sílvio Ribeiro de Castro + Margareth Bravo + Karla Julia


Atrações musicais:

André Marçal + Paulo Ciranda


Participações das Colagistas:

Lili Rose, Maira Teles e Regina Pouchain 


Curadoria  : Quinteto Enluarado

Artur Gomes + Delayne Brasil |+ Eurídice Hespanhol +  Jorge Ventura  + Tanussi Cardoso

 

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Balbúrdia PoÉtica

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Balbúrdia PoÉtica – Por Ética

Dia 23 – setembro – das 18 às 22h

Coffe Break – Av. Henrique Valladares, 17ª

lista dos poetas convidados para participações PoÉticas :

veja no blog Balbúrdia PoÉtica

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curadoria: Quinteto Enluarado: Artur Gomes + Delayne Brasil + Eurídice Hespanhol + Jorge Ventura + Tanussi Cardoso

Fulinaíma MultiProjetos

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Balbúrdia PoÉtica Por Ética

manifesto anti-barbárie – dia 23 setembro as 18 às 22h – Coffe Break – Av. Henrique Valladares, 17ª – Lapa  - Rio de Janeiro – Brasil

Poetas convidados para participações poéticas

Suzana Vargas + Jacinto Fábio Correa + Lila Maia + Fátima Borchert + Alexandre Brandão +Angel Cabeza + Mano Melo + Noélia Ribeiro +Alexandre Guarnieri +

Igor Fagundes + Igor Calazans +

Marcelo Mourão + Anna Maria Fernandes + Dei Ribas + Jorge Piri +

Monica Serpa + Val Mello + Telma da Costa + Nuno Rau + Christovam de Chevalier + Adriano Espínola + Salgado Maranhão + Carmen Moreno +  Wanda Monteiro + Maria Helena Latini + Carlos Orfeu + Lúcio Celso Pinheiro +

Iverson Carneiro + Mariana Valle +

Ricardo Vieira Lima + Luiz Otávio Oliani +  Marisa Vieira + Rose Araujo +

Victor Colonna + Sady Bianchin + Marcela Giannini + Sílvio Ribeiro de Castro + Margareth Bravo + Karla Julia

Atrações musicais:

André Marçal + Paulo Ciranda

Curadoria  : Quinteto Enluarado

Artur Gomes + Delayne Brasil |+ Eurídice Hespanhol +  Jorge Ventura  + Tanussi Cardoso - 

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